terça-feira, 1 de março de 2011

Datas Comemorativas Mês de Março

01 Criação da Casa de Rui Barbosa (1927)
Dia da Vindima (Colheita de uvas)
Dia das Crianças Doentes
Dia do Turismo Ecológico
Dia Pan-Americano do Turismo
Fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (1565)
Início da construção da cidade de Minas, hoje Belo Horizonte (1894)
Morte de Rui Barbosa (1823)
Término da Guerra dos Farrapos (1845)

02 Batismo do índio Poti com o nome de Antônio Felipe Camarão (1612)
Dia Nacional do Turismo
Morte de Mem de Sá, terceiro Governador-Geral do Brasil (1572)

03 Criação do Estado do Amazonas (1755)
Dia do Meteorologista
Dia dos Dirigentes das Sociedades Desportivas, Culturais e Assistenciais

04 Dia Mundial da Oração
Início do Arraial Bom Jesus, núcleo da resistência dos nativos contra a invasão holandesa em Pernambuco (1630)
Término da Guerra do Paraguai (1870)

05 Dia da Integração Cooperativista
Dia do Filatelista Brasileiro
Dia Nacional da Música Clássica
Nascimento do compositor Heitor Villa-Lobos (1887)

06 Criação do Ministério da Fazenda (1821)
Início da Revolução Pernambucana (1817)

07 Chegada de D. João VI ao Rio de Janeiro (1808)
Dia do Fuzileiro Naval

08 Carnaval
Dia Internacional da Mulher
Fundação da Casa da Moeda (1694)

09 Chegada de Duarte da Costa, fundador da capitania de Pernambuco, ao Brasil (1535)
Partida de Portugal da esquadra de Cabral (1500)

10 D. Pedro I herda o trono de Portugal com a morte de D. João VI (1826)
Dia das Sociedades Amigos de Bairros
Dia do Sogro
Fundação do corpo de bombeiros de São Paulo (1880)
Morte do escritor Bernardo Guimarães (1884)
Organização do primeiro ministério no Brasil (1808)

11 Criação do Tesouro Nacional (1808)
Nomeação do visconde de Anadia como o primeiro ministro da Marinha (1808)

12 Dia Nacional do Bibliotecário

14 Dia da Poesia
Dia do Vendedor de Livros
Nascimento do poeta Castro Alves (1847)
Organização dos Correios no Brasil (1801)

15 Criação da Secretaria de Administração Pública da Presidência da República (1985)
Criação do Ministério da Ciência e Tecnologia (1985)
Criação do Ministério da Cultura (1985)
Criação do Ministério da Habitação, Urbanismo e Meio Ambiente (1985)
Dia Mundial do Consumidor
Fusão dos estados do Rio de Janeiro e Guanabara, formando o novo Estado do Rio de Janeiro (1975)
Joaquim Silvério dos Reis denuncia a Conjuração Mineira (1789)
Posse de Fernando Collor de Mello, presidente da República do Brasil (1990)
Posse de João Baptista Figueiredo, presidente da República do Brasil (1979)
Posse de José Sarney, presidente interino da República do Brasil (1985)
Posse do gen. Ernesto Geisel, presidente da República do Brasil (1974)
Posse do mal. Artur da Costa e Silva, presidente da República do Brasil (1967)

16 Criação do Ministério das Relações Exteriores (1808)
Criação do Ministério do Exército (1908)
Expulsão dos franceses da Ilha de Villegaignon (1560)
Instituição do Cruzeiro (Cr$) - 1990
Nascimento do visconde do Rio Branco (1819)

17 Dia Internacional do Marítimo

19 Dia da Escola
Dia do Carpinteiro
Dia do Consertador
Dia do Marceneiro
Dia dos Moribundos
Dia Nacional do Artesão
Morte do poeta Cruz e Sousa (1898)
Nascimento do padre José de Anchieta (1534)

20 Fundação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, em substituição ao Departamento de Correios e Telégrafos (1969)
Morte de D. Maria I, rainha de Portugal (1816)
Promulgação da lei proibindo a escravidão dos índios (1662)

21 Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial
Dia Mundial da Infância
Dia Mundial da Poesia
Dia Mundial Florestal
Início do Outono

22 Dia Internacional da Água
Nomeação do conde D'Eu, comandante-chefe das Forças Armadas na Guerra do Paraguai (1864)

23 A cidade de São Luís é designada capital do Maranhão e do Grão-Pará (1688)
Dia Mundial da Meteorologia

24 Dia Mundial da Tuberculose

25 Criação da Escola Normal do Rio de Janeiro (1874)
Iluminação a gás do Rio de Janeiro (1854)
Inauguração do Colégio D. Pedro II (1838)
Nascimento do educador Antônio de Sampaio Dória (1883)
Promulgação da primeira Constituição do Brasil (1824)

26 Chegada da missão artística francesa (1816)
Chegada do pintor Debret, autor do desenho da bandeira do império brasileiro, ao Brasil (1816)
Dia do Cacau
Dia do Mercosul
Início da segunda regência da princesa Isabel (1876)

27 Dia da Inclusão Digital
Dia do Circo
Dia Mundial do Teatro
Inauguração da estrada de ferro D. Pedro II, hoje Central do Brasil (1858)

28 Dia do Diagramador
Dia do Revisor

29 Chegada de Tomé de Sousa, primeiro Governador-Geral do Brasil (1549)
Chegada dos primeiros jesuítas ao Brasil (1549)
Elevação da Vila da Barra do Rio Negro, hoje Manaus (1808)
Fundação de Curitiba, Paraná (1693)
Fundação de Salvador, Bahia (1549)
Luiz Alves de Lima e Silva é agraciado com o título de duque de Caxias (1869)

30 Casamento de D. Pedro II, por procuração, com a princesa italiana D. Tereza Cristina Maria de Bourbon (1843)

31 Dia da Integração Nacional
Dia Nacional da Nutrição
Golpe militar (1964)
Término da Revolução Praieira em Pernambuco (1859

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

DENGUE











Fraternidade e a Vida no Planeta


O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” que será voltada para o meio ambiente; e o lema é “A Criação Geme Como em Dores de Parto”. Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro e secretário geral da CNBB, conta-nos que a Campanha da Fraternidade de 2011 reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, nas mudanças climáticas.
A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, desenvolvendo-se durante todo o período de Quaresma.
Para a Campanha da Fraternidade 2011, a Igreja no Brasil propõe, como Objetivo Geral: contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá -los a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

EJA E O PREPARO PARA O TRABALHO


A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino cujo objetivo é permitir que pessoas adultas, que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola na idade convencional, possam retomar seus estudos e recuperar o tempo perdido.
Oferecer a modalidade EJA nos dias de hoje requer um novo pensar acerca das políticas educacionais e das propostas de (re) inclusão desses educandos nas redes de educação pública do nosso país. O que se tem pensado até o momento é que o trabalho pedagógico desenvolvido neste seguimento de ensino deva ser de cunho eminentemente alfabetizatório. No entanto, alfabetizar é somente a primeira parte do processo. O que não se pode é pensar que só alfabetização poderá garantir desenvolvimento social deste educando.
Para uma pessoa adulta que retoma seus estudos, o desejo maior é o de se preparar para o trabalho, de ter autonomia e de se dar bem profissionalmente. A abordagem metodológica neste sentido não deve ser desenvolvida com os mesmos parâmetros utilizados para se trabalhar com crianças. Um aluno com idade de 30 anos, por exemplo, retomando os anos escolares correspondente ao 4º ano do ensino fundamental não se interessará por uma atividade caracterizadamente infantil. Daí a necessidade de abordar conteúdos equivalentes, mas com uma linguagem adulta e que vá ao encontro daquilo que esse público deseja.
A educação é o maior e melhor instrumento gestor de mudança, através dela o homem consegue compreender melhor a si mesmo e ao mundo em que vive, dessa forma, a própria educação deve ser a primeira a aceitar e a acompanhar o desenvolvimento e suas especificidades, ou seja, renovar e promover a interação com o novo.
O Brasil já deu um grande passo nas questões que se referem a alfabetização de jovens e adultos, embora continuamos dentro da escola dos países com maior taxa de analfabetos. E o problema, como já mencionado, é que o adulto que procura a escola não quer apenas aprender a ler e a escrever, ele quer e necessita é de atualização com o contexto social em que vive e faz parte.
A defasagem escolar é grande, segundo a Lei 9.394/96 art. 37 “a educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação profissional, na forma do regulamento”, dessa forma, e se realmente acontecesse o que está previsto em lei, teríamos muito mais jovens dentro das escolas. Em consequência do desemprego, a busca pelo ensino profissional e técnico aumentou significativamente. O jovem quer trabalhar, mas falta qualificação e oportunidades, principalmente a de concluir a educação básica e ter parcial domínio das novas tecnologias.
Exemplo dessa realidade pode ser vista nos cursos da modalidade PROEJA, do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFGOIAS) da cidade de Goiânia, que no dia 27/04/2009 lançou 90 vagas para cursos desta modalidade. A procura é grande, a oferta é pequena, sem falar nos recursos utilizados para levar essa informação à população. A proposta é muito boa, mas falta mais dedicação, a maioria da população não fica nem sabendo da oportunidade, e os que ficam se deparam com a forte concorrência.
Em suma, o importante e que (re) pensemos nosso conceito de educação para jovens e adultos; fome de ler e vontade de aprender eles têm, só que de uma maneira mais ampla, característica de quem já tem experiência de vida, que necessita bem mais que a própria escrita e leitura convencional, necessita acima de tudo ler as entrelinhas impostas pela problemática de ser e estar plenamente exercendo a cidadania.

Por Giuliano Freitas
Graduado em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

HISTÓRIA DO CARNAVAL


O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas da forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Entenda os protestos e a crise no Egito


Centenas de milhares de egípcios vão às ruas há mais de uma semana para exigir a saída do presidente Hosni Mubarak, que está no poder há quase 30 anos. Em resposta, o presidente já anunciou que não disputará a reeleição, mas que pretende permanecer no poder até que um sucessor seja escolhido.

Quem são os manifestantes e o que eles querem?

Os protestos começaram em 25 de janeiro, quando milhares de egípcios se reuniram na Praça Tahrir, no centro do Cairo, depois de uma mobilização realizada pela internet - inspirada no levante da Tunísia - conclamando um "dia de revolta". A polícia respondeu com gás lacrimogêneo e jatos d'água, mas os manifestantes continuaram no local.

Desde então, protestos em massa têm sido realizados nas principais cidades egípcias - além do Cairo, Alexandria, Suez e Ismaília - desafiando os toques de recolher impostos pelo governo.

Os protestos foram em sua maioria pacíficos, mas a ONU estima que cerca de 300 pessoas já morreram em confrontos relacionados às manifestações.

Os manifestantes exigem a saída imediata de Mubarak. As multidões acusam o governo de repressão, fraudes eleitorais, corrupção e de ser responsável pela pobreza e pelo desemprego no país. Os participantes também querem garantias de que o filho de Mubarak, Gamal, não será o próximo presidente.

Como Mubarak respondeu?

O presidente foi à televisão na terça-feira, dia 1º, afirmando que não disputará a reeleição no pleito marcado para setembro de 2011. Ele disse que dedicará o resto de seu mandato para garantir uma transição pacífica para seu sucessor.

Mubarak disse ter se oferecido para encontros com todos os partidos políticos, mas alguns deles teriam se recusado a dialogar.

Em seu primeiro discurso após o início dos protestos, feito no dia 28, ele anunciou a demissão de seu gabinete de governo, empossando Ahmed Shafiq como novo primeiro-ministro e Omar Suleiman, ex-chefe da inteligência egípcia, como vice-presidente - cargo que nunca antes havia sido ocupado durante o regime.

Mubarak designou publicamente Shafiq para implementar reformas democráticas e medidas para aumentar o nível de emprego. O presidente também determinou que o novo gabinete - cujos membros ainda não foram nomeados - combata a corrupção e restaure a confiança na economia.

No dia 30, em uma aparente demonstração de força, jatos da Força Aérea egípcia sobrevoaram a Praça Tahrir, onde era realizado mais um protesto. Helicópteros, tanques e blindados também circularam pela cidade, enquanto o acesso à internet foi bloqueado.

Quem são os outros personagens principais?

Não existe uma figura que centralize e lidere a oposição contra Mubarak. Os manifestantes representam uma fatia ampla da sociedade egípcia, dos mais jovens aos mais velhos, dos mais ricos aos mais pobres, seculares e religiosos.

Mohammed ElBaradei, ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e vencedor do Nobel da Paz, surgiu como um potencial porta-voz da coalizão de movimentos de oposição. Líderes de diferentes grupos teriam iniciado negociações para chegar a uma estratégia comum.

A Irmandade Muçulmana, maior e mais organizado grupo de oposição no Egito, tem se mantido em uma posição discreta durante os protestos, por temor de sofrer retaliações por parte do governo.

Analistas acreditam que as Forças Armadas egípcias sejam um fator decisivo na crise. Até agora, Mubarak - um ex-comandante da Força Aérea - tem o apoio dos militares. No entanto, se os protestos se intensificarem, acredita-se que oficiais de alta patente possam pedir que o presidente deixe o poder.

O que está em jogo?

O Egito é conhecido como umm al-dunya, ou "mãe do mundo" em árabe. O que acontece no Cairo tem efeitos decisivos em todo o Oriente Médio.

Desde que chegou ao poder, em 1981, Mubarak tem sido uma figura central na política da região e um importante aliado dos países ocidentais. O Egito é um dos dois únicos países árabes - além da Jordânia - a ter tratados de paz com Israel.

Se o levante egípcio se transformar em uma revolução, isto pode significar um golpe para o já enfraquecido processo de paz no Oriente Médio e disparar alarmes em outros regimes autocráticos no mundo árabe, dizem analistas.

Há o temor de que extremistas possam aproveitar o vácuo político ou de que grupos islâmicos como a Irmandade Muçulmana cheguem ao poder por meio de eleições livres.

A crise no Egito também tem efeitos nos mercados globais. Os valores das ações caíram nas principais bolsas do mundo, e o preço do petróleo atingiu o valor mais alto em dois anos.

Como a comunidade internacional tem reagido aos protestos?

A pressão internacional está se encaminhando para algum tipo de resolução. Os Estados Unidos, responsáveis por bilhões de dólares em ajuda para o Egito, por pouco não admitiram abertamente que querem a saída de Mubarak.

Em vez disso, o presidente americano, Barack Obama, e a secretária de Estado, Hillary Clinton, pediram uma "transição ordenada" para uma democracia no Egito.

Enquanto isto, líderes da ONU, da Grã-Bretanha, da França e da Alemanha pediram a Mubarak que evite a violência e realize as reformas enquanto os protestos continuem.

Obama manteve contatos com chefes de Estado e de governo como o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, o rei da Arábia Saudita, Abdullah, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

O que deve acontecer agora?

Não há sinal de que os protestos possam acabar, e a maioria dos observadores afirmam que os dias de Mubarak como presidente estão contados.

Vários grupos de oposição estão se oferecendo para negociar com o governo, mas apenas depois que Mubarak sair do poder.

No entanto, o presidente parece estar calculando que pode sair com um saldo positivo da crise e que as suas concessões dividirão os opositores.

O exército, instituição chave no Egito, indicou que protestos pacíficos serão tolerados e que os seus participantes não serão combatidos.

BBC Brasil, 03 de fevereiro de 2010